O Médio Oriente voltou a mergulhar numa fase de forte instabilidade após ataques aéreos conjuntos dos EUA e de Israel ao Irão, em 28 de fevereiro. A retaliação de Teerão com mísseis e drones atingiu vários países da região, incluindo os Emirados Árabes Unidos, o Qatar, o Kuwait, o Bahrain e a Jordânia. Sinais de alerta formaram-se no espaço aéreo e muitos voos foram suspensos.
Entre os afetados estão atletas do circuito profissional de ténis. Holger Rune, já no Qatar para recuperar de uma lesão no tendão de Aquiles, procurou acalmar os fãs pelas redes sociais, afirmando que todos estão seguros em Doha. A mãe do jogador descreveu a situação como muito intensa, com ataques a mísseis e sons de explosões perceptíveis no céu.
Daniil Medvedev também ficou retido no Dubai, com a equipa a tentar assegurar a saída a tempo do Masters 1000 de Indian Wells, onde já tem entrada direta na segunda ronda. A incerteza sobre quando iria conseguir sair foi partilhada pela própria equipa. Alexander Bublik relatou que, durante o voo, o grupo temia não conseguir um overflight seguro após se ter passado pelo espaço aéreo iraniano.
Conflito e impacto no quadro de viagens
O incidente provocou ajustes no tráfego aéreo e suspensão de voos, afetando ainda deslocações de outros jogadores presentes na região. Rune permanece no Qatar enquanto recupera a lesão e aguarda instruções para o retorno aos EUA. Medvedev continua numa fase de espera, com a equipa a manter planos de viagem dependentes da evolução da situação. Bublik encontra-se igualmente em trânsito, acompanhando a incerteza que domina os próximos dias.
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