- O Rali de Portugal realiza-se de 7 a 10 de maio de 2026, com 23 especiais e 345 quilómetros cronometrados, num total de 1.862 km.
- A apresentação ocorreu na Bolsa de Turismo de Lisboa e o shakedown acontece a 6 de maio, um dia antes do habitual; a base operacional mantém-se na Exponor (Matosinhos) com transferência para Viseu em 2027.
- O arranque competitivo é em Coimbra, a 7 de maio, com início em terra e três troços no primeiro dia.
- O itinerário inclui Águeda, Sever do Vouga, Albergaria-a-Velha, Figueira da Foz, Mortágua, Arganil, Lousã, Góis, Felgueiras, Cabeceiras de Basto, Amarante, Paredes e encerra com Vieira do Minho e Fafe no powerstage.
- O estudo de impacto económico de 2025 aponta cerca de 193 milhões de euros de rendimento e quase um milhão de espetadores; o campeão de 2025 foi Sébastien Ogier.
O Rali de Portugal vai decorrer entre 7 e 10 de maio de 2026, com 23 especiais e 345 quilómetros cronometrados, num total de 1.862 previstos para a sexta ronda do WRC. A apresentação oficial ocorreu na Bolsa de Turismo de Lisboa (BTL). A competição começa um dia mais cedo, com o shakedown marcado para 6 de maio em Baltar.
A base operacional mantém-se na Exponor, em Matosinhos, com a mudança para Viseu prevista apenas para 2027. Coimbra recebe a partida oficial, marcando o início da prova em terra, com três troços no dia de abertura: dois em terra e uma superespecial citadina.
Na sexta-feira, o foco é na região Centro, passando por Mortágua, Arganil, Lousã e Góis. Sábado leva a caravana ao Norte, incluindo Felgueiras, Cabeceiras de Basto, Amarante e Paredes, encerrando com a superespecial de Lousada. O domingo decide tudo com Vieira do Minho e Fafe, sendo este último a powerstage com 15 pontos para os cinco mais rápidos.
Novidades e impacto económico
Um estudo divulgado também na quarta-feira, realizado pela Universidade do Algarve, aponta que o Rali de Portugal 2025 gerou cerca de 193 milhões de euros de impacto económico e atraiu aproximadamente um milhão de espetadores ao longo dos quatro dias. O ACP, organizador, afirma que a edição de 2026 surge mais forte, com maior visibilidade internacional.
Carlos Barbosa, presidente do ACP, realça o orgulho de manter Portugal no pelotão mundial e a paixão dos adeptos como combustível para a prova. Carlos Abade, presidente do Turismo de Portugal, descreve o rali como evento bandeira do turismo nacional, que atrai visitantes a regiões de baixa densidade. Rui Ventura, presidente do Turismo da Região Centro, sublinha a coesão territorial gerada pela prova. Luís Pedro Martins, à frente do Turismo da Região Norte, reforça o papel descentralizador do rali.
Sébastien Ogier (Toyota Yaris) sagrou-se vencedor em 2025, somando o sétimo triunfo no evento e reforçando o seu domínio no campeonato. O piloto francês totalizou seis vitórias em 14 provas do WRC nesse ano. A organização adianta que a edição de 2026 promete manter o mesmo espírito e a dedicação dos fãs portugueses.
Perspetivas para 2026
A edição de 2026 decorrerá de 7 a 10 de maio, mantendo a tradição de encerrar com powerstage em Fafe e com passagem por Vieira do Minho. A prova volta a distribuir pontos significativos na derradeira classificativa, reforçando o equilíbrio da competição. O formato mantém o equilíbrio entre troços de terra e as zonas de asfalto onde aplicável.
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