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COP firma contratos com federações para recrutamento de diretores técnicos

COP financia 23 federações com 3,55 milhões para contratar diretores técnicos e gestores, visando profissionalização e governação mais rigorosa

Fernando Gomes
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  • O Comité Olímpico de Portugal assinou contratos de desenvolvimento desportivo com 23 federações, num valor total de 3,55 milhões de euros, para recrutar diretores técnicos e gestores desportivos entre fevereiro de 2026 e dezembro de 2028.
  • Das 25 federações qualificadas, apenas as de jiu jitsu e de remo ainda não assinaram, devendo fazê-lo posteriormente; o programa tem um valor global de 10,97 milhões de euros, a executar em fases futuras.
  • O objetivo é profissionalizar as federações, criando estruturas estáveis, com pessoas qualificadas, governação mais transparente e mecanismos de avaliação de impacto.
  • A ministra Margarida Balseiro Lopes destacou a importância do dia para a sustentabilidade e o crescimento do desporto em Portugal, reforçando a necessidade de profissionais altamente qualificados.
  • O acordo integra o Programa de Apoio ao Desenvolvimento Desportivo 2024-2028, que prevê 65 milhões de euros adicionais para o setor ao longo de quatro anos.

O Comité Olímpico de Portugal assinou contratos de desenvolvimento desportivo com 23 federações, num total de 3,55 milhões de euros, para contratar diretores técnicos e gestores desportivos. A iniciativa integra o programa de desenvolvimento 2024-2028, apoiado pelo IPDJ.

A cerimónia decorreu na sede do COP, em Lisboa, e contou com a presença da ministra Margarida Balseiro Lopes, do secretário de Estado do Desporto, Pedro Dias, e de representantes do CPP e da Confederação do Desporto de Portugal. O objetivo é profissionalizar as federações e estruturar a gestão com base em padrões de transparência.

O investimento visa dotar as federações de estruturas estáveis e recursos humanos qualificados para responder às necessidades de formação e de alto rendimento dos atletas. Os contratos abrangem contratação entre fevereiro de 2026 e dezembro de 2028, com monitorização de governança e impacto.

Entre as federações habilitadas estão várias, incluindo a de futebol, mas algumas — como jiu-jítsu e remo — ainda não assinaram, devendo fazê-lo posteriormente. O montante global relativo a este conjunto de contratos soma 10,97 milhões de euros, com cerca de dois terços a aplicar em fases futuras.

Investimento e gestão

O programa prevê uma aplicação faseada: 29,2% em 2025, 32,3% em 2026, 19,2% em 2027 e 19,3% em 2028, ano em que se realizam os Jogos de Los Angeles. O valor é parte de um pacote de 65 milhões de euros para o setor.

As datas de implementação coincidem com a meta de reforçar a preparação de atletas, incluindo os que estão na formação e no alto rendimento. O COP enfatiza que a profissionalização deve acompanhar melhores mecanismos de prestação de contas.

Contexto e impactos esperados

A ministra destacou o papel central de diretores técnicos nacionais e gestores desportivos na qualidade das decisões, organização interna e credibilidade institucional. O objetivo é elevar o desporto português a novos patamares de excelência por meio de planeamento e liderança técnica.

A cerimónia ocorreu num contexto de tempestades recentes que danificaram infraestruturas desportivas. Autoridades referem a necessidade de recuperação rápida para manter o funcionamento do sistema desportivo e a preparação dos atletas.

O acordo envolve o COP, o IPDJ e o CPP, articulando cinco medidas e 14 programas alinhados com os objetivos governamentais: maior prática desportiva, igualdade de género, alinhamento com boas práticas europeias e redução de obesidade.

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