O Sporting parte para Nantes com o objetivo de quebrar a chamada “Besta Negra” frente ao clube francês na Liga dos Campeões. A 11.ª jornada do Grupo A coloca o duelo em França num contexto de alta importância para o percurso na competição.
Os Leões somam oito vitórias seguidas desde a derrota de 31-32 frente ao Veszprém, na Hungria, em dezembro de 2025, e chegam confiantes ao confronto com o Nantes, após triunfos sobre Benfica e Porto em provas nacionais. No entanto, os números da Champions mudam a dinâmica da partida.
Ricardo Costa, treinador do Sporting, reconhece as dificuldades potenciais diante de um adversário com historial desfavorável para o clube de Alvalade, mas assinala que cada encontro é uma oportunidade de crescimento. A equipa mira corrigir falhas técnicas cometidas em jogos anteriores.
Histórico recente com o Nantes
Em confrontos da época anterior, o Nantes afastou o Sporting na Liga dos Campeões ao vencer nos quartos de final por 27-28 na França e 30-32 em Lisboa, condicionando a ambição de chegar à Final-4. A temporada atual trouxe um revés expressivo na primeira volta, com um desaire de 39-28 em Nantes.
O técnico aponta lapsos no ataque e na gestão de bolas, aspectos que os leões pretendem corrigir para enfrentar o poder de contra-ataque dos gauleses. A ideia é manter a posse sob controlo e evitar erros simples que ofereçam rapidamente vantagens ao adversário.
O Sporting ocupa a 4.ª posição no Grupo A e ainda sonha com uma fase de eliminatórias competitiva. O objetivo presente é manter-se entre os seis primeiros, condição apontada para aceder a jogos de mata-mata com aspeto mais favorável.
Perspetivas e preparação
Costa sublinha a importância de manter a equipa estável e concentrada, com foco na preparação para enfrentar o Nantes da melhor forma possível. A equipa pretende chegar aos estágios a eliminar no seu melhor momento, tal como aconteceu noutros anos, quando eliminou adversários fortes na Europa.
O treinador enaltece também o papel dos adeptos, sobretudo aqueles que seguem o Sporting para a França, reconhecendo o apoio durante a deslocação anterior a Nantes. Apostar na união do grupo e na consistência competitiva é visto como peça-chave para os próximos jogos.
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