A cobertura desportiva feminina ganhou novo impulso com Christine Brennan a apontar o crescimento de meios dedicados e odesporto feminino a ganhar lugar de destaque. A jornalista recorda os anos 90, quando foi alvo de risos por manter o foco no desporto feminino.
Já não se trata apenas de iniciativas pontuais: houve um florescimento de veículos inteiramente dedicados, que cobrem desde ligas profissionais até aos Jogos Olímpicos de Milão Cortina 2026. O ecossistema jornalístico assume um papel ativo na divulgação igualitária.
Ao lado das plataformas tradicionais, surgem marcas digitais como TOGETHXR, The GIST, Just Women’s Sports, The IX Sports, GOALS e Good Game with Sarah Spain, que expandem alcance e audiência. A cobertura passa a ser vista como prioridade estratégica para o desporto feminino.
Novo ecossistema e alcance digital
A entrada de mulheres na liderança de meios de comunicação desportivos tem alterado o cenário, com atletas a ser donas das próprias histórias e a exigir tratamento igual ao dos homens. O crescimento de newsletters e conteúdos multimédia demonstra essa transformação.
Entre as iniciativas destacam-se projetos criados por ex-atletas e jornalistas, que visam manter o desporto feminino na linha da frente, além do reforço da cobertura de eventos como as provas de competição internacional e os Jogos Olímpicos.
Apoios de marcas e parcerias estratégicas ajudam a sustentar esta evolução, que inclui produção de séries, podcasts e conteúdos originais em várias plataformas. Analistas destacam um aumento de audiência, sobretudo entre mulheres jovens da geração Z e Millennials.
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