- Francisco Costa, jogador do Sporting, foi eleito o melhor andebolista mundial jovem de 2025, tornando-se o primeiro português a receber esta distinção da Federação Internacional de Andebol (IHF).
- O defesa lateral direito, de 20 anos, destacou-se à frente de Óli Mittún (Ilhas Faroé) e Nikola Roganovic (Suécia) na votação realizada entre vinte e cinco de janeiro e dez de fevereiro de dois mil e vinte e seis.
- Costa foi figura central da seleção portuguesa no Europeu de dois mil e vinte e seis, que terminou no quinto lugar, destacando-se como melhor jovem, melhor lateral direito e terceiro melhor marcador.
- Portugal atingiu a melhor classificação de sempre no Mundial de dois mil e vinte e cinco, ao terminar em quarto lugar, com Costa reconhecido como melhor jogador jovem e segundo melhor marcador.
- O atleta tem sido uma peça-chave do Sporting, que é bicampeão nacional e lidera o campeonato de dois mil e vinte e cinco/vinte e seis, contando com o apoio do irmão Martim Costa.
Francisco Costa, atleta do Sporting, foi eleito nesta sexta-feira o melhor andebolista mundial jovem de 2025. O lateral-direito internacional português tornou-se no primeiro jogador de Portugal a conquistar uma distinção de alto nível da IHF.
A votação decorreu entre 25 de janeiro e 10 de fevereiro de 2026, com Costa a obter 80% dos votos dos treinadores mundiais e da Comissão de Treinadores e Métodos da IHF. Os finalistas foram Óli Mittún, das Ilhas Faroé, e Nikola Roganovic, da Suécia.
No Europeu de 2026, Portugal terminou no quinto lugar, a melhor posição de sempre, com Costa a destacar-se como melhor jovem, o melhor lateral direito e o terceiro melhor marcador. Gidsel foi eleito o melhor jogador mundial de 2025.
Contexto e impacto
Costa teve papel central no Mundial de 2025, onde Portugal alcançou a quarta posição, também com o jogador em destaque como melhor jovem e segundo melhor marcador. O atleta mantém-se como referência do Sporting, que é bicampeão nacional e lidera o campeonato de 2025/26, ao lado do irmão Martim Costa.
Gidsel tornou-se o primeiro a ganhar o prémio mundial três vezes seguidas (2023, 2024, 2025), aproximando-se de recordes de Hansen e Karabatić. O desempenho de Costa, no entanto, consolidou-o como pilar da seleção nacional e da equipa leonina.
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