- Pedro Pinto chegou aos 500 jogos na Liga, atingindo a marca aos 37 anos, no triunfo do Vitória de Guimarães sobre o CA Queluz.
- É o segundo jogador ativo com mais partidas na liga, atrás apenas de José Barbosa (Oliveirense).
- O base mostrou orgulho pela carreira e relembrou o momento mais bonito, a final de 2013/14 com o Vitória e o apoio dos adeptos, apesar da derrota.
- O percurso teve um ponto difícil em 2012, quando o Barreirense deixou de jogar na Primeira Liga, mas o jogador disse que não pensou em desistir.
- Fora dos pavilhões, Pinto é apaixonado pela pintura, que já é um hobby e pode tornar-se projeto profissional no futuro.
Pedro Pinto atingiu este fim de semana a marca de 500 jogos na Liga, um feito que coloca o base do Vitória de Guimarães entre os mais presentes na competição. O triunfo frente ao CA Queluz, no entanto, foi o contexto que permitiu alcançar o marco.
O jogador, aos 37 anos, mostrou-se orgulhoso pela evolução da carreira, que começou no Barreirense. Relembra momentos marcantes, como a qualificação para finais e a adesão entusiástica dos adeptos, além de enfrentar dificuldades, como a retirada do Barreirense da Primeira Liga em 2012.
Aos olhos da equipa, o objetivo permanece claro: manter-se em posição de playoff e somar pontos para subir na classificação, onde o Vitória está atualmente no 7.º lugar. O clube reconhece o impacto das vitórias recentes para o foco coletivo.
Trajetória e marca
O médio recorda o momento mais bonito da carreira na primeira época de Vitória, com a assistência de casa cheia e o apoio dos adeptos, que ficou marcado pela emoção do pavilão. Ao mesmo tempo, identifica um passo difícil na sua vida desportiva, quando o Barreirense deixou de disputar a competição.
Pinto não esconde o orgulho pela marca: considera uma conquista bonita e revela que nunca foi o objetivo principal no início da carreira. Confessa que sempre ambicionou títulos, representação na seleção e tudo o que conquistou até agora.
Pintura como hobby
Fora dos pavilhões, a pintura ocupa o tempo livre do atleta, que iniciou a prática ainda na escola primária. O projeto atual funciona como hobby, com perspetivas de evolução para algo profissional no futuro, dependendo da dedicação e das oportunidades. Mantém um estúdio caseiro onde cria quadros e já recebeu pedidos para obras.
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