- A Artística de Avanca lamenta a insensibilidade da Federação de Andebol de Portugal e a atitude do Benfica, que teriam ditado a eliminação por impraticabilidade do recinto.
- O jogo dos 16 avos de final da Taça de Portugal entre Avanca e Benfica foi marcado originalmente para 20 de dezembro de 2025 e teve a data alterada pela FAP para a última quarta-feira.
- O Avanca afirma que, na semana anterior, não foi possível jogar por falta de condições do piso devido à humidade, tendo o encontro sido adiado para sábado.
- Os responsáveis do Avanca dizem ter preparado o pavilhão com dois canhões de calor e desumidificadores industriais para assegurar as condições de segurança.
- O clube alega que o Benfica mostrou comportamento de “teatro” desde o aquecimento para impedir a realização da partida, e critica a atuação da federação na gestão da situação.
A Associação Artística de Avanca lamentou a condução do caso pela Federação de Andebol de Portugal (FAP) e pela equipa do Benfica, afirmando que houve impraticabilidade do recinto que levou à eliminação nos 16 avos de final da Taça de Portugal. O clube aponta para “condutas administrativas” que influenciaram o desfecho.
Segundo o Avanca, o jogo entre as duas equipas, inicialmente marcado para 20 de dezembro de 2025, teve a data alterada pela FAP para a última quarta-feira e, depois, para sábado. Alega que as mudanças não respeitaram os interesses do clube.
O Avanca detalha que, na semana anterior, não houve condições no piso por humidade nos pavilhões de Avanca e Estarreja, levando ao adiamento. Foram instalados dois aquecedores e desumidificadores industriais para assegurar a segurança.
Contexto e reação do Avanca
A equipa acrescenta que, no aquecimento, percebeu que o Benfica não queria disputar a partida, com jogadores simulando quedas. O clube descreve o comportamento como “teatro” para interromper a partida, citando a influência da FAP na suspensão.
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