O Avanca foi eliminado da Taça de Portugal por falta de comparência frente ao Benfica, num jogo marcado para ter sido disputado na sequência da suspensão. A decisão considerou as condições do pavilhão do clube de Estarreja, afetadas pela intempérie instalada na região.
O clube de Avanca acusa a Federação de Andebol de Portugal (FAP) e o Benfica de terem contribuído para a não realização da partida. Em comunicado, o Avanca reclama insensibilidade da FAP face à nova data, alegando condições meteorológicas adversas que dificultaram a organização.
Segundo o Avanca, o jogo deveria ter sido marcado para 20 de dezembro e foi a FAP a alterar a data. O clube refere ainda que instalou dois canhões de calor e dois desumidificadores industriais para tornar o pavilhão seguro, sem que, ainda assim, a equipa do Benfica aceitasse disputar o encontro.
O texto do Avanca detalha que a calamidade pública afeta o distrito de Aveiro e zonas vizinhas, com vários jogos adiados por falta de condições. A situação é enquadrada como parte de um período de intempéries extremas que tem afetado diversas modalidades.
O Benfica não respondeu de forma oficial aos argumentos apresentados pelo Avanca no comunicado recente. Em termos oficiais, o regulamento da competição determina que a equipa que não comparece perde o jogo, o que já foi aplicado no caso em causa, segundo a direção do Avanca.
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