A chama olímpica chegou a Roma, marcando o início da estafeta nacional para os Jogos de Milão-Cortina 2026. A cerimónia de acendimento decorreu em Olímpia, Grécia, com ensaios diários para a passagem da chama e participação de sacerdotisas no sítio arqueológico.
A organização dos Jogos tem enfrentado controvérsias sobre segurança, incluindo a presença alegada de agentes da ICE, a agência norte‑americana, para proteger figuras durante a cerimónia de abertura. A Lombardia não confirmou detalhadamente a presença dos agentes.
Controlo de segurança e saúde
Entre os problemas, destaca-se o nível de bactérias fecais no rio Sena, em Paris, superior aos padrões internacionais, o que levou ao cancelamento do treino da maratona aquática. Dois triatletas portugueses adoeceram após nadarem no rio, segundo fontes oficiais.
A chama começou a estafeta nacional em Itália e já percorre várias províncias, com a bandeira olímpica a chegar a Los Angeles e a marcar a preparação para os Jogos de 2028. A cerimónia de abertura de Paris 2024 teve, idem, venda de memorabilia para obras de solidariedade.
Outros acontecimentos
A venda de memorabilia dos Jogos de Paris 2024 rendeu mais de 200 mil euros para instituições de solidariedade. A notícia sobre a chama de Milão-Cortina 2026 surge num contexto de anúncios diplomáticos e logísticos para o ciclo olímpico.
Entre as homenagens, faleceu a ginasta Ágnes Keleti, aos 103 anos, considerada a atleta olímpica mais velha da história. Do outro lado, Chris Hoy revelou ter um diagnóstico de câncer de próstata em fase terminal.
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