- A imprensa internacional mencionou, durante a conferência de lançamento dos Jogos de Inverno, a alegação de injecções de ácido hialurónico no pénis por atletas de salto de esqui, supostamente para aumentar a área dos fatos.
- A teoria é que uma maior superfície do fato poderia, em teoria, prolongar o tempo de voo, com a afirmação de que cada centímetro extra conta.
- O diretor-geral da Agência Mundial Antidopagem (WADA) disse não saber desses detalhes e indicou que, se surgirem evidências, serão avaliadas como possível dopagem.
- O presidente da WADA comentou que vai observar o tema, até pela relação da Polónia com os saltos de esqui.
- Os Jogos de Inverno de salto começam na segunda-feira e, até ao momento, não há casos conhecidos de injecções descritas.
O tema gerou curiosidade durante o lançamento dos Jogos Olímpicos de Inverno, numa conferência de imprensa em que participaram dirigentes de organismos internacionais, incluindo o presidente da agência mundial anti-dopage, a WADA. A questão envolve uma notícia publicada pelo Bild, que alegava que alguns saltadores de esqui teriam utilizado injetáveis de ácido hialurónico para ampliar a circunferência do pénis antes das medições dos fatos, potencialmente aumentando a superfície do equipamento.
Segundo a informação difundida, essa suposta prática visava melhorar o desempenho, na perspetiva de prolongar o tempo de voo. A explicação de um responsável da área técnica do esqui alpino sugeria que cada centímetro extra na área do fato poderia fazer diferença no resultado da prova.
Reação das entidades
O diretor-geral da WADA afirmou não estar a par desses detalhes relativos aos saltos de esqui e como poderiam influenciar a performance. Contudo, acrescentou que, se surgirem informações relevantes, serão examinadas para verificar se configuram dopagem. O presidente da WADA, Witold Banka, comentou a situação de forma irónica, lembrando as origens da modalidade na Polónia.
Situação dos Jogos
Os saltos de esqui dos Jogos de Inverno arrancam na segunda-feira, e, até ao momento, não há casos conhecidos de injeções penianas entre os atletas. As autoridades mantêm o escrutínio sobre qualquer evidência de ganhos desportivos não conformes, seguindo o enquadramento anti-dopage.
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