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Portugal nos Jogos Olímpicos de Inverno para superar a última edição

Chefe de missão aponta objetivo de superar os resultados de Pequim 2022, com três atletas em evolução, incluindo Cabeça e os Guerillot no conjunto lusitano

Jogos Olímpicos de Inverno
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  • Portugal participa nos Jogos Olímpicos de Inverno Milão-Cortina 2026, com o objetivo principal de superar os resultados da última edição.
  • O chefe de missão é Pedro Flávio, que afirma que os três atletas envolvidos estão num nível objetivo elevado e em melhoria face a 2022: José Cabeça (esqui de fundo) e os irmãos Vanina Guerillot e Emeric Guerillot (esqui alpino).
  • Emeric Guerillot é jovem e estreia-se no super G, regressando Portugal a esta disciplina pela primeira vez desde Lillehammer 1994; cabeças de cartaz são também Cabeça e Vanina Guerillot, com experiência olímpica anterior.
  • O projeto inclui avanços em modalidades de gelo ainda pouco exploradas por Portugal e ambições de presença em 2030 em modalidades como snowboard ou patinagem artística no gelo.
  • A organização destaca a cobertura televisiva em dois canais, aproximando os portugueses das competições, e admite que a logística do espólio de atletas será distribuída por clusters na região de Milão e Cortina.

O chefe de missão de Portugal aos Jogos Olímpicos de Inverno Milão-Cortina2026 afirma que o objetivo central é superar os resultados de Pequim 2022. O trio de atletas lusos é visto como capaz de evoluir de forma significativa durante a qualificação.

José Cabeça vai competir no esqui de fundo, enquanto os irmãos Vanina Guerillot e Emeric Guerillot representam o esqui alpino. Os dois primeiros repetem a participação olímpíca de 2022, quando Portugal contou com três atletas.

Flávio, que já ocupou o cargo em edições anteriores, destaca a evolução dos atletas. O plano da federação e do Comité Olímpico de Portugal é alcançar melhores resultados do que os obtidos em Pequim, com base no atual estágio de preparação.

Participantes e modalidades

Emeric Guerillot, ainda muito jovem, regressa ao europeu de alta velocidade do esqui, o super G, pela primeira vez desde Lillehammer 1994. Esta participação marca o retorno de Portugal a uma disciplina de velocidade em grande expoente olímpico.

Cabeça tem assistido a progressos relevantes, com perspectivas de melhorar o melhor resultado em esqui de fundo, obtido em 2022. Vanina Guerillot reforça a sua experiência ao longo dos anos, mantendo-se focada e com bons resultados recentes.

O grupo também contempla iniciativas para ampliar a participação em modalidades de gelo, como patinagem de velocidade, bem como ambições para 2030 em esportes como snowboard e patinagem artística. A organização aponta ainda a logística de deslocação como fator a gerir, com os atletas distribuídos por clusters na região de Milão e Cortina.

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