- A World Athletics pode não homologar o recorde mundial da meia maratona de Jacob Kiplimo, fixado em Barcelona com 56:42, segundo a Runner’s World Espanha, citando uma fonte da instituição.
- A decisão envolve a polémica presença do carro-relógio, apontado por muitos como ajuda fundamental para a marca.
- O regulamento, no ponto 6.3, proíbe “a marcação de ritmo por pessoas que não participem na prova” ou “qualquer ajuda mecânica”, interpretada anteriormente para favorecer Kiplimo.
- Caso se confirme a decisão, o recorde voltaria para Valência, com Yomif Kejelcha a manter os 57:30 de 2024.
- A situação pode evoluir nos próximos meses, com a imprensa espanhola a noticiar possíveis contestações.
A World Athletics pode não homologar o recorde mundial da meia maratona fixado por Jacob Kiplimo em Barcelona no ano passado. A notícia foi avançada pela Runner’s World Espanha, que cita uma fonte do organismo para sustentar o alegado atraso na homologação.
Segundo a publicação, a decisão está ligada à presença do carro-relógio durante a prova, uma ferramenta de ritmo que muitos consideraram decisiva para a marca de 56:42. A organização argumenta com base no regulamento, que proíbe marcação de ritmo por não participantes ou por dispositivos técnicos, bem como qualquer ajuda mecânica.
Na prática, a World Athletics utiliza o ponto 6.3 do regulamento para justificar que o carro-relógio poderia ter favorecido Kiplimo, reabrindo a discussão sobre a corrida catalã. Caso a decisão se confirme, o recorde voltaria a pertencer a Yomif Kejelcha, que marcou 57:30 em Valência em 2024.
Caso seja oficializada a não homologação, Valência ficará com o recorde, à espera de novo escrutínio nas próximas provas de elite. A decisão deverá ser comunicada publicamente pelas entidades competentes nos próximos dias, após análise de todas as evidências associadas ao evento.
Detalhes relevantes
- A notícia é divulgada pela Runner’s World, com base em uma fonte da World Athletics.
- A controvérsia centra-se no uso de carro-relógio como suporte de ritmo durante a prova.
- Os impactos da decisão afetam o recorde mundial atual da meia maratona, detido por quem correu em Valência.
A possibilidade de alteração do recorde mantém-se sob escrutínio entre especialistas e atletas, com aguardada confirmação oficial das autoridades competentes.
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