A Medalha olímpica de bronze na ginnástica de solo, em Paris 2024, está novamente em análise. O Tribunal Arbitral do Desporto (TAS) foi solicitado esta quinta-feira a avaliar novas provas apresentadas pela equipa dos EUA. A intervenção surge num processo já longo sobre a decisão final do concurso.
A fim de reavaliar o resultado, a justiça federal suíça reenviou o caso ao TAS em circunstâncias excecionais. A possível consequência é a transmissão da medalha de bronze da romena Ana Maria Barbosu para a norte-americana Jordan Chiles.
Desenvolvimento do caso
Barbosu tinha inicialmente ocupado o 3.º lugar, mas a classificação foi alterada após um protesto dos EUA, que levou ao aumento da nota de Chiles. A Roménia contestou o recurso, alegando que o pedido foi apresentado fora do prazo. O recurso foi aceite e a medalha regressou a Barbosu.
Agora, o TAS vai analisar uma gravação audiovisual que poderá demonstrar se o recurso original dos EUA foi apresentado dentro do limite de um minuto. O objetivo é esclarecer a admissibilidade do pedido de revisão e o eventual impacto no pódio.
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