Margarida Balseiro Lopes, ministra da Cultura, Juventude e Desporto, expressou este quarta-feira profundo pesar pela morte de Fernando Mamede, antigo recordista mundial dos 10.000 metros. Mamede morreu na terça-feira, aos 74 anos, em Portugal, segundo informações da comunicação social.
O IPDJ descreveu Mamede como uma das maiores figuras do atletismo português, lembrando o seu talento, dedicação e a forma como elevou o nome de Portugal além-fronteiras. A instituição destacou o legado deixado pelo atleta.
Nascido em Beja, Mamede foi detentor do recorde mundial dos 10.000 metros entre 1984 e 1989. Participou em três Jogos Olímpicos: Munique 1972, Montreal 1976 e Los Angeles 1984, sempre ao serviço do Sporting, clube que ingressou em 1968.
Ao longo da carreira, o alentejano bateu 27 recordes nacionais e 3 europeus. A marca mundial de 27.13,81 minutos foi obtida em Estocolmo, a 2 de julho de 1984, permanecendo vigente até 1989. Mamede é considerado o último europeu com o recorde mundial dos 10.000 m.
Segundo a imprensa portuguesa, citando a Federação Portuguesa de Atletismo, Mamede terá falecido devido a complicações cardíacas. O legado do atleta é lembrado como referência de excelência e determinação no desporto nacional.
Legado e impacto histórico
O percurso de Mamede é associado à história do atletismo em Portugal, com uma influência que perdura entre gerações de atletas e fãs. O nome do atleta é lembrado pela sua consistência e pelos feitos que projetaram o país no panorama internacional.
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