- João Almeida quer ganhar a Volta ao Algarve, considerando-a a prova portuguesa de maior nível; é vice-campeão em título.
- Vai falhar a Clássica da Figueira e aposta apenas na Volta ao Algarve entre as provas em Portugal este ano.
- A preparação para a nova época tem corrido sem percalços e está otimista para começar a temporada.
- A época inicia a 4 de fevereiro na Volta à Comunidade Valenciana; a Volta ao Algarve decorre entre 18 e 22 de fevereiro.
- O percurso da 52.ª Volta ao Algarve inclui a subida à Fóia e um contrarrelógio mais plano e técnico em Vilamoura; o campeão em título, Jonas Vingegaard, não estará presente.
João Almeida afirmou que seria uma honra vencer a 52.ª Volta ao Algarve, destacando que é a corrida portuguesa de maior nível. Disseram que falhará a Clássica da Figueira, durante uma conferência em Silves, onde cumpre estágio de janeiro.
O ciclista da UAE Emirates descreveu o arranque de época como bastante bom, sem percalços, e revelou sentir-se fisicamente preparado. Diz estar a esforçar-se para chegar em melhor forma do que no ano passado e mostrou optimismo para a temporada.
Almeida abre a época a 4 de fevereiro na Volta à Comunidade Valenciana, com o objetivo de discutir e vencer a corrida. Em Portugal, participa apenas na Volta ao Algarve, de 18 a 22 de fevereiro, recusando-se a disputar a Clássica da Figueira a 14 de fevereiro.
Percurso da 52.ª Volta ao Algarve
O corredor destacou a subida à Fóia com leve mudança, além de um contrarrelógio mais plano e técnico em Vilamoura. A ausência do campeão em título, Jonas Vingegaard, é mencionada como fator relevante para o pelotão.
Almeida comentou ainda que competir em solo nacional faz a diferença e que a presença de adeptos portugueses dá-lhe força extra. Reverenciei o balanço de 2025, considerado a melhor temporada da carreira até ao momento.
O ano passado ficou marcado pelo segundo lugar na Vuelta, com vitória numa etapa no Angliru, e pela estreia de topos históricos na Volta ao País Basco, à Romandia e à Suíça. O objetivo atual é manter o nível elevado sem forçar a carga excessiva.
Apesar de várias vitórias de alto nível, o português reconheceu que o momento de queda no Tour foi o único incidente que poderia ter corrido melhor, afirmando que fez parte do ciclismo e que a temporada foi, no conjunto, ideal.
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