Doze anos após o grave acidente de esqui que marcou a vida de Michael Schumacher, surgem novos detalhes sobre o estado de saúde do piloto. O Daily Mail revela que o heptacampeão não está mais acamado e apresenta sinais de evolução, ainda que lenta.
Schumacher, hoje com 57 anos, tem a recuperação mantida em absoluto sigilo pela família, acessível apenas a familiares próximos e a um círculo restrito de amigos de confiança. Segundo as informações, já consegue sentar-se numa cadeira de rodas e é levado a passear na sua propriedade em Maiorca e na residência em Gland, junto ao Lago Genebra, sem que haja indicação de quando voltará a andar.
O antigo piloto é acompanhado de perto pela mulher, Corinna, com quem é casado há 30 anos, e por uma equipa de enfermeiros e terapeutas que assegura cuidados 24 horas por dia. A família tem vindo a preservar a privacidade desde o acidente de Méribel, em 2013, quando sofreu lesões cerebrais graves.
Ao longo dos anos circularam várias especulações sobre o estado clínico de Schumacher, incluindo a pseudocoma ou a síndrome de enclausuramento. Uma fonte próxima ao jornal afirmou que essa descrição não corresponde necessariamente à situação atual, sugerindo uma evolução mais complexa do que uma simples incapacidade de resposta.
A sensação persiste entre quem acompanha o tema de que Schumacher compreende algumas situações à sua volta, mas não todas, segundo a fonte citada. O objetivo da família continua a ser manter o máximo de privacidade possível, sem abrir espaço para hipóteses não verificadas.
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