Martim Costa analisou a derrota da Seleção Nacional frente à Alemanha, por 30-32, no arranque da Main Round do Europeu na Dinamarca. O jogo mostrou-se disputado desde o primeiro minuto e a equipa não conseguiu manter o rendimento na segunda parte.
O jogador explicou que houve a saída do duplo pivô sem explicação clara, e que o curto tempo de descanso pesou nas suas pernas, principalmente na primeira metade. A gestão da carga física foi destacada como chave para manter o nível no tramo final.
Costa sublinhou ainda que a defesa alemã fez a diferença na segunda parte, enquanto a produção ofensiva da equipa portuguesa não teve a eficácia desejada nesse período. Há ainda três jogos pela frente, com objetivo claro de alcançar as meias-finais, dependendo apenas de si.
Desgaste e dinamismo do duelo
Kiko Costa também comentou o cansaço, apontando para o pouco tempo de recuperação na primeira metade. A avaliação é de que a Alemanha teve mais temporização, mas sem justificações para o resultado, que sofreu com a noite menos inspirada na baliza nacional.
No geral, o conjunto luso enfrenta nova ronda com necessidade de ajustar a forma física e a eficácia defensiva. O foco passa por melhorar a gestão de esforço ao longo dos minutos restantes do Europeu.
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