A Federação Portuguesa de Judo (FPJ) informou as associações sobre a dívida herdada da gestão anterior, que supera 1 milhão de euros. O montante deve-se à dívida à Federação Internacional de Judo (FIJ) e à Universidade de Coimbra.
O atual presidente, Sérgio Pina, explicou que a FPJ está numa situação financeira grave, principalmente por Dívida à Universidade de Coimbra (370.633,03 euros) e à FIJ (800.000 euros). Foi enviada uma carta às associações no início de janeiro.
A FPJ detalha que parte da dívida junto da FIJ foi perdoada mediante o cumprimento de prazos, com 400.000 euros já saldados. Preveem pagar a outra metade em fevereiro e junho deste ano.
Plano de pagamento e desfecho
A FIJ aceitou o acordo condicionado ao cumprimento de obrigações contratuais, incluindo a paragem de ações caso não haja quitação. O incumprimento pode implicar cobrança de valores devidos, incluindo montantes já perdoáveis.
A dívida com a Universidade de Coimbra resulta de exames clínicos realizados entre setembro de 2021 e dezembro de 2022, acrescida de juros, totalizando 370.000 euros. Em 2024 começou um plano de pagamento a 36 meses, até 2027.
Sérgio Pina afirma que o plano com a universidade foi estabelecido em parceria com o reitor e o escritório de advogados, para evitar surpresas. O acordo está a avançar desde outubro de 2024.
Contexto e funcionamento da FPJ
A carta de 9 de janeiro esclarece como se iniciou o processo de regularização, respondendo às declarações do antecessor Jorge Fernandes. O atual presidente quer manter o foco no diálogo com as associações e na resolução interna.
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