Nick Cassidy garantiu a primeira vitória da Citroën na Fórmula E ao vencer o E-Prix da Cidade do México, partindo da 13.ª posição. Foi a segunda corrida do fabricante francês no campeonato, com o piloto neozelandês a liderar a partir de uma gestão eficiente de energia.
Mortara e o atual campeão Oliver Rowland completaram o pódio. A prova ficou marcada pela estratégia de poupança de energia e por uma utilização pouco convencional do Attack Mode, que acabou por definir o desfecho da corrida.
No início, Pascal Wehrlein optou por atacar cedo, esperando que as ultrapassagens fossem mais difíceis mais tarde. Quem esperou para usar o modo Attack Mode e geriu a energia acabou a recuperar terreno, com bandeiras amarelas e um Safety Car entre as voltas 17 e 20 a influenciar o ritmo.
O português António Félix da Costa esteve envolvido num incidente com Maximilian Günther, ajudando Cassidy a recuperar posições nas últimas voltas. Da Costa seguiu até terminar fora do top 10 e acabou por desistir, devido ao acidente.
Cassidy utilizou o Attack Mode completo nos últimos 13 giros, iniciando com 6 minutos de potência extra. Ao assumir a liderança, ainda teve dois minutos de energia, frente a Mortara, que tinha quatro minutos disponíveis. O neozelandês manteve a liderança com gestão superior da energia.
A luta pelo triunfo manteve-se até ao final, com Mortara a pressionar intensamente. A defesa firme de Cassidy valeu-lhe a 12.ª vitória na história da Fórmula E. O resultado adianta a classificação do campeonato, com Cassidy na liderança.
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