Em Alta Eleições 2026 políticafuteboldesportoPortugalinternacionaisgovernopessoas

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Ser mais rápido que o Verstappen seria um problema, diz piloto

Perez afirma que a Red Bull desenvolveu o carro para Verstappen, tornando difícil ser o seu colega e causando pressão na equipa

Sergio Pérez e Max Verstappen
0:00
Carregando...
0:00

Sergio Pérez reflete sobre a passagem pela Red Bull e as dificuldades de ser colega de Max Verstappen. O mexicano ingressou na equipa de Milton Keynes em 2021 e, depois de três temporadas consistentes, afirma que o carro foi tornando-se cada vez mais feito à medida para Verstappen.

Em 2024 Pérez terminou em oitavo no Mundial e, no ano seguinte, foi substituído por Liam Lawson. O novato perdeu o lugar rapidamente, com Yuki Tsunoda a substituí-lo após apenas dois Grandes Prémios, seguindo-se Isack Hadjar para 2026.

Portanto, Pérez descreve uma equipa que parecia ter o potencial para dominar a próxima década, mas que, segundo ele, ficou orientada para um único piloto. O relato faz parte de uma participação no podcast Cracks.

O que mudou no projeto da Red Bull

O piloto diz ter tomado consciência de que o projeto foi desenhado para Verstappen desde o início. Segundo ele, quando chegou, o objetivo era correr com dois carros, com Max como talento principal, o que criou um ambiente de forte pressão para o companheiro.

Pérez assegura que, apesar de resultados iniciais promissores, o carro foi atualizado de forma a acompanhar o estilo de condução de Verstappen. Aconteceu algo que, na prática, dificultou a adaptação do seu estilo de pilotagem.

Relata ainda que, em 2022, chegou a registar tempos mais rápidos que Verstappen no simulador, mas as atualizações subsequentes mudaram o equilíbrio e afetaram o desempenho dele nas corridas.

Consequências para o rendimento e a equipa

Para o mexicano, as atualizações repetidas “têm uma direção muito clara” que privilegia Verstappen, o que criou dúvidas e instabilidade na condução. A sensação é de perda de controlo em algumas curvas.

Pérez lembra que, em 2023, a equipa desenvolveu um carro estável para ambos, mas o incremento de atualizações manteve o foco no campeão em título. A consequência foi uma alternância de vitórias entre os dois pilotos.

No relato, o clima na Red Bull também é descrito como tenso. O piloto afirma que qualquer diferença de desempenho gerava problemas, criando pressão interna e dificuldades de concentração.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais