O centenário da São Silvestre, em São Paulo, foi celebrado esta quarta-feira com um ano de atraso, após o cancelamento da edição de 2020 devido à pandemia. Muse Gizachew venceu a corrida masculina, com tempo de 44.28 minutos, superando Jonathan Kipkoech nos últimos metros.
Kipkoech entrou isolado na reta final, mas foi ultrapassado nos últimos 10 metros pelo etíope Muse Gizachew. Fabio Jesús Correia, atleta local, completou o pódio ao ficar em terceiro lugar, quatro milésimos de segundo após Kipkoech.
A prova, disputada no fim do ano, marcou a oitava vitória de um atleta etíope na São Silvestre masculina e a primeira desde 2021. A edição centenária reafirmou o domínio de atletas africanos na prova que começou em 1925.
Vencedores masculinos
Muse Gizachew conquistou o título com 44.28, encerrando assim a sequência de vitórias quenianas nas duas últimas edições. O segundo lugar ficou para Kipkoech, com vantagem mínima sobre Correia, que fechou o pódio.
Vencedoras femininas
Entre as mulheres, Sisilia Ginoka Panga, da Tanzânia, sagrou-se campeã com 51.08. Cynthia Chemweno ficou em segundo, enquanto Núbia de Oliveira, do Brasil, completou o pódio. A vitória de Ginoka Panga interrompeu uma sequência de oito triunfos quenianos.
A São Silvestre mantém o caráter internacional, reunindo atletas de várias nacionalidades para a tradicional corrida de final de ano. A história da prova inclui ainda Rosa Mota, maior campeã portuguesa, com seis vitórias entre 1981 e 1986.
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