Sergey Grankin chegou a Portugal há poucos meses para reforçar o Sporting na época 2025/26. O distribuidor russo, com palmarés olímpico e europeu, já disputou a Supertaça frente ao Benfica e iniciou o campeonato português. Viemos com a família, o visto foi considerado estável e a adaptação decorreu rapidamente.
O jogador, de 41 anos, tem uma carreira marcada por títulos na Rússia, Alemanha e clubes europeus, incluindo medalhas olímpicas e conquistas na Liga Mundial e na Liga dos Campeões. O objetivo é manter o alto rendimento em Portugal e somar mais troféus, sem antecipar a reforma.
Em entrevista concedida a A Bola, Grankin explicou que aceitou o desafio do Sporting após um período em que esteve a preparar o ramo de treinador na Rússia. Acesso à família foi essencial para aceitar o contrato.
O atleta revelou que chegou a Portugal já com algum tempo de convivência com a equipa, após dias de treino. A primeira competição foi a Supertaça, que o Sporting venceu frente ao Benfica, consolidando a relação com o grupo.
Sobre o nível da liga portuguesa, o jogador reconheceu que nem sempre o campeonato é o mais forte, mas apontou elogios a clubes com plantéis competitivos. Reforçou a ideia de que, com uma estrutura sólida, é possível alcançar objetivos elevados.
Grankin descreveu a adaptação ao futebol de casa como fácil, destacando o apoio dos companheiros. O inglês tornou-se uma ferramenta útil para a integração, especialmente no início da época.
O internacional russo afirmou que ficou satisfeito por jogar com o Sporting, que privilegia a coexistência entre várias modalidades, o que valorizou a mudança. Realçou a organização do clube, semelhante à estrutura que encontrou em outras paragens.
Quando questionado sobre futuras opções na carreira, o jogador admitiu a vontade de manter o foco no clube e no desempenho, sem adiantar planos de reforma. A ideia é continuar a competir ao mais alto nível enquanto o foco o permitir.
Em termos de passado, Grankin atuou 11 anos no Dínamo de Moscovo, onde consolidou grande parte da sua carreira. Destacou a diferença entre estruturas de clubes em várias modalidades, reconhecendo o esforço de manter a unidade entre seções.
O atleta admitiu ter mantido ligação com outras modalidades apenas pela televisão, apreciando a organização geral do Sporting. Refletiu ainda sobre a possibilidade de explorar outras prática desportivas fora do voleibol, sem confirmá-las.
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