O desporto motorizado é, para João Ferreira, extremamente dispendioso. O piloto dos 20 e poucos anos aponta que tanto carros como motos exigem investimentos elevados, desde o karting até ao todo-o-terreno.
Da paixão à competição, a evolução começou em Leiria, com o pai e a família a acompanhar. Ingressou nos kartings com 9 ou 10 anos e só depois passou ao todo-o-terreno, em 2019, após uma experiência nas 24 Horas de Fronteira.
O sonho de chegar ao Dakar ganhou contornos profissionais em 2022. Nesse ano, venceu provas no Campeonato de Portugal de todo-o-terreno e no Campeonato da Europa de Bajas, tornando-se Campeão Europeu.
Formado em Engenharia Eletromecânica, ainda estudante, João revela que foi preciso adaptar-se ao mundo dos adultos, onde há mais gente a indicar o caminho. O apoio do pai foi sempre valorizado como motivação.
No início, o desporto foi patrocinado pela família. Anos depois, chegaram apoios pequenos e, em 2024, o piloto integrou a família Repsol, patrocinador com historial vitorioso no Dakar.
Para João Ferreira, o patrocínio da Repsol traz tranquilidade para focar-se na competição, mas também maior responsabilidade: representar uma marca reconhecida exige resultados consistentes. O objetivo continua vencer no Dakar.
Patrocínio e expectativas
A adesão à Repsol reforça a confiança na carreira, segundo o piloto. A responsabilidade aumenta, explica, mas a reconhecida estrutura de apoio permite investir na preparação e na estratégia para as provas futuras.
Entre na conversa da comunidade