Jonas Vingegaard refletiu sobre a época de 2025, defendendo o caráter impulsionado pela equipa apesar das críticas ao estilo considerado calculado pela Visma. O dinamarquês afirmou que os instintos ajudam a vencer etapas quando surgem as condições certas.
No Tour, Vingegaard ficou atrás de Pogacar, mas deixou claro que acreditava na hipótese de vencer. Reconheceu que dias maus pesaram e admitiu que, se a táctica tivesse sido outra na primeira semana, podia ter criado dificuldades ao adversário.
A temporada terminou com a vitória na Vuelta, após duelo com João Almeida. Vingegaard explicou que ficou doente após o descanso inicial, o que o levou a mudar de ofensivo para defensivo na etapa de Anglirú. Almeida acabou por vencer essa chegada emblemática.
Anglirú e a mudança de estratégia
A chegada em Anglirú ficou marcada pela mudança de rumo imposta pela indisposição física. O portuense Almeida superou-o numa etapa que ficou associada a uma performance mais contida do líder da Visma.
Madrid não assistiu a uma consagração tradicional; a última etapa foi anulada por protestos pró-Palestina, levando a cerimónia de pódio a ocorrer junto dos hotéis. O momento foi descrito pelo próprio Vingegaard como memorável e mais íntimo.
Para 2026, o ciclista afirma estar muito motivado, sem ainda divulgar planos oficiais. O foco permanece na continuidade de evolução e no reforço da vontade de enfrentar os próximos desafios.
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