A NBA e a FIBA anunciaram, nesta segunda-feira, a criação de uma nova competição de basquetebol europeu, com início em janeiro. O objetivo é atrair investidores, clubes fortes e competir com a Euroliga, no estilo de hard news.
A iniciativa envolve 16 vagas permanentes, com quatro ocupadas por qualificação e mérito desportivo. A ideia junta a visão norte-americana com o modelo europeu, mantendo portas abertas para progressões por desempenho.
Andreas Zagklis, secretário-geral da FIBA, afirmou que o projeto respeita o modelo desportivo europeu e oferece a qualquer clube ambicioso um caminho até ao topo. A NBA participa ativamente no projeto.
Ainda sem formato oficial, sem clubes garantidos, sem data de início definida nem investidores anunciados, a proposta já gerou expectativa entre dirigentes do desporto mundial. A ideia é central: criar uma prova de topo na Europa.
A imprensa aponta cidades-alvo como Londres, Manchester, Paris, Lyon, Madrid, Barcelona, Roma, Milão, Munique, Berlim, Atenas e Istambul, mas nada está confirmado. O objetivo é reforçar o apelo comercial e mediático.
Do lado financeiro, a parceria visa atrair investimentos significativos e clubes de destaque, com o objetivo de reduzir prejuízos. O Wall Street Journal indicou que muitos clubes da Euroliga têm prejuízos recorrentes.
Alguns nomes ligados ao ecossistema português sinalizam interesse. Em Lisboa, houve contactos que associam o Benfica ao projeto, conforme declarações de ex-dirigentes à imprensa desportiva.
Para já, o comunicado conjunto da NBA e da FIBA sustenta que a nova prova alinhará o calendário com ligas nacionais e selecções, permitindo disputar competição de clube e seleção ao longo do ano.
A parceria já inspira uma analogia com uma competição similar que a NBA mantém em África há vários anos, também em colaboração com a FIBA, que tem mostrado crescimento de público e engajamento.
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