Cândido Barbosa, presidente da Federação Portuguesa de Ciclismo (FPC), é alvo de uma investigação do Ministério Público sobre uma alegada venda fictícia da empresa StrongSpeed, criada em 2018 por ele. A linha de inquérito foca na continuidade de serviços à FPC durante a temporada de 2025.
A investigação foi confirmada pela Procuradoria-Geral da República. A denúncia envolve a possibilidade de a StrongSpeed ter sido vendida de forma simulada entre o fim de 2024 e 2025, período entre vitória eleitoral de Barbosa e tomada de posse no cargo.
Barbosa, que teve a gestão da StrongSpeed até 17 de novembro de 2024, contesta as acusações, afirma ter consciência tranquila e sustenta que está a sofrer perseguição. A FPC assegura que o dirigente não exerce influência sobre a empresa.
Investigação
Segundo o jornal Expresso, o foco do inquérito está na forma como a StrongSpeed continuou a prestar serviços à FPC durante a temporada de 2025. A federação já destacou que o presidente não tem qualquer ascendência sobre a empresa.
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