O regresso da Fórmula 1 ao Algarve arrasta-se para além do circuito, com impacto esperado no turismo da região. A AHETA, a maior associação hoteleira do Algarve, aponta que o evento pode dinamizar a procura sobretudo em épocas de menor procura.
Segundo Hélder Martins, líder da AHETA, a volta do Mundial de F1 ao Autódromo Internacional do Algarve fortalece a imagem da região e aumenta a ocupação. O responsável destacou ainda a relevância do autódromo para a política de eventos internacionais da região.
Detalhes do acordo e perspetivas
Foi anunciado que o Grande Prémio de Portugal vai integrar o Mundial apenas por dois anos, em 2027 e 2028, no AIA. O acordo foi celebrado entre a organização da Fórmula 1, o Governo, o Turismo de Portugal e o promotor Parkalgar, Parques Tecnológicos e Desportivos, S.A., em Londres.
O timing da confirmação para 2027 será conhecido em junho de 2026, quando for definido o calendário do Mundial, com perspetiva de integração na temporada europeia, na primavera. O Ministério do Turismo e o Governo já tinham manifestado apoio ao regresso, sublinhando a importância económica.
Reação regional e contexto turístico
O presidente do Turismo do Algarve, André Gomes, realçou que o regresso deve contribuir para a dinamização da procura turística, alinhando-se com objetivos da região de diversificar a oferta, incluindo turismo desportivo e de eventos. A F1 já tinha estado em Portimão em 2020 e 2021, após a pandemia.
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