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Tiffany, ex-Esmoriz, proibida de disputar Mundial de clubes por ser trans

Tiffany Abreu fica de fora do Mundial de Clubes, apesar de elegível pela CBV, por atraso da Federação Internacional de Voleibol, gerando debate e apoio no pavilão

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Rodrigo Pereira de Abreu, hoje Tiffany Abreu, foi impedida de disputar o Mundial de Clubes de voleibol feminino com o Osasco. A decisão decorre de uma pendência com a FIVB e do tempo necessário para o Comité de Elegibilidade aprovar a participação. A CBV já autorizou a atleta a competir em competições nacionais desde 2017.

O facto ocorreu durante a cerimónia de medalhas, quando o treinador chamou Tiffany para o pódio. A jogadora chorou junto aos companheiros e recebeu apoio contínuo da equipa. O público presente aplaudiu a atleta durante a apresentação.

Contexto

Tiffany Abreu, com 41 anos, tem uma carreira que inclui passagens por várias ligas europeias. Em 2017 foi autorizada pela CBV a competir como mulher na Superliga, após a transição concluída na Bélgica. A discussão sobre legitimidade tem origem em diferenças físicas entre modalidades masculina e feminina.

Evolução recente

Antes de se transferir para Itália, onde atuou pela primeira vez como jogadora feminina, Tiffany participou de clubes na Bélgica e noutras ligas europeias. A atleta segue a apoiar a equipa do Osasco no âmbito do Mundial de Clubes, mesmo sem ter disputado o torneio.

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