A Podium volta a pronunciar-se sobre o diferendo com a Federação Portuguesa de Ciclismo, após a rescisão do contrato de concessão, ocorrida há cerca de um mês. A empresa afirma não aceitar distorção de factos nem o incumprimento reiterado ou a rescisão sem fundamentação legal.
Segundo a Podium, a relação manteve-se profissional ao longo de 25 anos, com a Federação a assumir posição dominante. A empresa sustenta que cumpriu as obrigações contratuais, mesmo diante de dificuldades e das mudanças internas na direção da federação.
A nota pública aponta que o afastamento entre as partes resulta, entre outros fatores, das mudanças na direção da Federação liderada por Cândido Barbosa. A Podium reforça que a rescisão surge em contexto de pandemia e instabilidade político-social.
Contexto recente e posição da Podium
A Podium afirma manter o foco na organização da Volta a Portugal e defende um modelo de exploração justo, com edição futura alinhada aos interesses do ciclismo, da Federação e da própria Podium. O objetivo é uma Volta para 2026 dentro de um acordo equilibrado.
A empresa assegura ter atuado com lealdade institucional e responsabilidade, defendendo legalidade, transparência e o património desportivo nacional. A nota sustenta que as mudanças de direção contribuíram para diferenças que se alargaram nos últimos meses.
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