O Grande Prémio de Abu Dhabi ficou marcado pela última vez em que o sistema DRS foi utilizado na Fórmula 1. Lance Stroll efetuou a última ultrapassagem com DRS, na nona curva da volta final, contra Oliver Bearman. A corrida encerrou um ciclo iniciado em 2011.
Antes disso, Nico Hülkenberg já tinha usado o DRS para ultrapassar Gabriel Bortoleto na reta anterior à sexta curva. Do lado de fora, Andrea Kimi Antonelli também acionou o sistema na tentativa de ultrapassar Yuki Tsunoda no 14º posto, em Abu Dhabi.
A energia do DRS chegou ao fim num momento histórico para a F1. O último uso em condições de corrida ocorreu neste fim de semana, fechando uma era de redução de arrasto assistida por asas.
Futuro da F1: mudanças previstas para 2026
A partir de 2026, a F1 vai abandonar o DRS tradicional. Substitui-se por aerodinâmica ativa com asas ajustáveis e pelo Modo de Override Manual (MOM) de impulso elétrico. Z-mode e X-mode vão definir estratégias de curvas e retas.
O MOM permitirá ao perseguidor ativar um impulso elétrico temporário quando estiver próximo do adversário, alterando o equilíbrio de potência. A combinação de aerodinâmica adaptável e gestão de energia promete exigência maior de posicionamento e timing.
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