Até ao momento, o DRS era utilizado para facilitar ultrapassagens em zonas designadas, dentro de um pacote de motorização híbrida, visando equilíbrio entre performance e estratégia.
A mudança prevista para 2026 implica o fim do DRS e um aumento da quota de potência elétrica no conjunto propulsor, acompanhada de alterações regulatórias para favorecer maior entrega de energia elétrica e eficiência.
Mudanças regulatórias para 2026
As novas regras visam reduzir a dependência de freios aerodinâmicos, potenciando a componente elétrica do motor e a gestão de energia. O objetivo é manter o desempenho competitivo, ao mesmo tempo que se reforça a eficiência.
Quem está envolvido, 2026, regulações
As autoridades desportivas e fabricantes trabalham em conjunto para implementar as alterações. A transição deverá ocorrer de forma gradual, com períodos de adaptação e monitorização de desempenho.
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