- Sofiya Lyskun, nadadora de saltos, renunciou à cidadania ucraniana e passou a ter cidadania russa, deixando os ucranianos em choque.
- A atleta alegou discriminação interna, exaustão emocional e falta de evolução desportiva sob o treino ucraniano, citando críticas por falar russo e contactos com treinadores, incluindo a sua primeira treinadora, em Moscovo.
- A Federação Ucraniana de Saltos para a Água expulsou-a da equipa nacional e retirou-lhe todos os títulos e prémios sob a sua égide, classificando o comportamento como inaceitável.
- Reações públicas incluíram críticas do campeão Jean Beleniuk e do presidente do Comité Olímpico Nacional da Ucrânia, Vadym Gutzeit, que chamou a decisão de traição.
- Lyskun tem 23 anos e soma medalhas em Campeonatos Europeus e uma prata no Campeonato Mundial de 2022 na especialidade de saltos.
Sofia Lyskun, nadadora ucraniana de saltos, anunciou a renúncia à cidadania ucraniana e passou a ser cidadã russa. A decisão ocorreu após críticas internas e desgaste emocional no plano desportivo, com a atleta já tendo competido por Ucrânia em Tóquio 2020 e Paris 2024. A escolha gerou choque no seio do desporto ucraniano.
A Federação Ucraniana de Saltos para a Água expulsou Lyskun da equipa nacional, retirando-lhe títulos e prémios sob os auspícios da federação. A acusação principal é de traição, com críticas públicas de figuras de referência, incluindo o campeão Jean Beleniuk e o presidente do Comité Olímpico Nacional (NOC) Vadym Gutzeit.
A atleta, nascida em Luhansk, alega que a decisão resulta de discriminação interna e do desgaste emocional causado pela estrutura de alto rendimento da Ucrânia. Em entrevista ao jornal Izvestia, Lyskun afirmou que não via progressão com o corpo técnico ucraniano e que enfrentava críticas por falar russo.
Entre na conversa da comunidade