O Benfica pode ajustar o peso da aposta nas modalidades que não são de pavilão, concentrando mais investimento na elite de atletas de cross e estrada. A proposta defende manter o foco na pista apenas para o projeto olímpico e a pré-competição, visando patrocínios para atletas de alto rendimento.
Segundo o antigo vice-presidente para as modalidades, a ideia é reduzir a intensidade de investimento em equipas coletivas de pista, mantendo o apoio ao atletismo de elite. A direção do clube, segundo a defesa, sempre considerou o caminho oposto menos alinhado com os ideais do clube.
Esta posição, afirma, não implica abandono da pista, mas sim uma redireção estratégica para áreas com maior potencial de atrair patrocínios, enquanto se protege o orçamento destinado às modalidades de pavilão. A reflexão é apresentada como sugestão, não como crítica.
Posição de Fernando Tavares
Tavares defende uma atuação mais cirúrgica e responsável nas modalidades não pavilão, com ênfase na elite de cross e estrada. O objetivo é equilibrar o investimento entre desenvolvimento desportivo e captação de patrocínios.
O argumentário sustenta que o foco no olímpico pode fortalecer a visibilidade internacional do clube. A proposta coloca a prioridade na gestão financeira para sustentar as equipas centrais de pavilão, que já beneficiaram de investimento recente.
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