Marc Márquez, piloto espanhol da Ducati, confirmou o título de Campeão do Mundo de MotoGP já na prova de Japão. Acompanhou-se de um desempenho consistente, até sofrer uma lesão durante a corrida na Indonésia, a quatro Grandes Prémios do fim da temporada.
Apesar do contratempo, a vantagem no campeonato já era suficiente para assegurar o sétimo título mundial. O piloto manteve liderança ao longo da época, com a Ducati a gerir um conjunto de resultados que consolidaram o domínio na prova.
Situação contratual
O acordo de Márquez com a Ducati tinha uma base de cerca de 10 milhões de euros, com prémios por desempenho que poderiam elevar a remuneração para perto de 15 milhões. Por cada vitória principal recebia 150 mil euros; segundos lugares rendiam 80 mil, terceiros 40 mil, valores que também podiam ser obtidos em corridas sprint.
Em números, Márquez venceu 11 grandes corridas, subiu ao pódio 14 vezes em sprints, conquistou três segundos lugares e um terceiro. Contas internas indicaram que a Ducati pagou cerca de 2,49 milhões de euros adicionais por desempenho, mais um prémio de campeão de 3 milhões de euros. Licitações de patrocínio podem elevar o total anual para cerca de 40 milhões, com marcas como Red Bull, Estrella Galicia, Allianz e Tissot associadas ao piloto.
Entre na conversa da comunidade