Jonas Vingegaard explicou o desgaste extremo que dominou o final da sua temporada. O ciclista dinamarquês, vencedor da Volta a França em 2022 e 2023, diz que chegou ao European Championship em França já exausto, e que abdicar do Mundial no Ruanda foi um alívio.
Em entrevista à imprensa dinamarquesa Feltet, Vingegaard afirmou que a forma no Europeu foi pouco convincente e que o nível de energia não permitia uma participação eficaz no Mundial. A decisão de não viajar para África teve, segundo ele, um objetivo claro: evitar um desempenho desastroso.
O pedalista da Visma-Lynx/Bike também revelou que não treinou durante duas semanas após a Vuelta, devido ao cansaço extremo. O primeiro treino só aconteceu perto do Europeu, mas não houve recuperação suficiente para competir no Mundial com nível desejado.
Apesar do resultado aquém do esperado, o atleta sustenta que a participação no Europeu serviu para esclarecer a razão do afastamento de algumas competições anteriores. A leitura dele é que o esgotamento foi determinante para o resultado e para as escolhas futuras.
A caminho de 2026, Vingegaard manifestou o desejo de voltar a representar a Dinamarca, desde que consiga uma preparação adequada. A decisão depende de como decorrerá o restante da temporada, com foco na recuperação e no retorno às grandes voltas.
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