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Muita gente pensa que saio muito à noite e sou folião

Em Turim para as ATP Finals, Alcaraz admite gostar de sair à noite, revela que vive com os pais em Murcia e não está ainda à mesa com Federer, Nadal e Djokovic; Sinner motiva-o

Muita gente pensa que saio muito à noite e sou folião
  • Em Turim para as ATP Finals, Carlos Alcaraz concedeu entrevista ao Mundo Deportivo sobre carreira e vida pessoal.
  • Admitiu que gosta de sair à noite e defendeu que é possível conciliar diversão com profissionalismo, sem abrir mão do treino.
  • Ainda vive na casa dos pais, em Múrcia, não pretende morar sozinho por enquanto e mantém regras familiares; o irmão mais velho já saiu de casa.
  • Negou estar perto de sentar à mesa com Federer, Nadal e Djokovic, e afirmou que, apesar de já ter seis Grand Slams, ainda está longe do nível do Big Three.
  • Considera a rivalidade com Jannik Sinner essencial para o seu rendimento e agradece o impacto positivo na própria evolução, com a equipa a exigir 100 por cento.

Carlos Alcaraz, líder mundial, está em Turim para a ATP Finals e concedeu uma entrevista ao Mundo Deportivo. O objetivo foi abordar aspetos da carreira e da vida pessoal, incluindo hábitos fora das quadras e a situação familiar.

O espanhol garante que gosta de sair à noite, mas reconhece que pode haver perceção de que é mais folião do que realmente é. Sustenta que é possível equilibrar diversão e profissão, desde que o trabalho seja prioridade e haja disciplina para manter o foco.

Alcaraz explica que ainda vive em casa dos pais, em Múrcia, e não pensa, por agora, em morar sozinho. Diz que, quando está em casa, volta com a família e mantém regras definidas pela equipa técnica e pela família, que o apoiam.

No desporto, o atual número um do mundo reconhece que está longe de igualar Federer, Nadal e Djokovic. Avança que já conquistou seis Grand Slams e que o caminho é manter o treino e a motivação, perseguindo evolução contínua.

Sobre futuras memórias de mesa com grandes nomes, o atleta afirma ainda que não está perto de sentar-se com os “Big Three” nessa posição, mas admite que conquistar esse lugar é uma motivação que o ajuda a evoluir.

A rivalidade com Jannik Sinner também aparece na conversa. O espanhol diz que o confronto direto é essencial para o ténis e para o seu próprio progresso, valorizando o estímulo que o italiano lhe traz ao longo do ano.

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