- Em Khan Younis, famílias enfrentam fome e dependem de refeitórios sociais geridos por instituições de caridade nas cozinhas Tikkiyya.
- A comida continua escassa e os preços sobem devido às limitações nas passagens fronteiriças, dificultando a entrada de ajuda.
- Durante o Ramadão, a procura por refeições aumenta ao pôr do sol, agravando a insegurança alimentar.
- Um muro caiu sobre tendas de deslocados, causando a morte de duas mulheres e de uma criança; os sobreviventes pensaram tratar-se de ataque aéreo.
- A destruição generalizada deixa Gaza dependente de ajuda humanitária, com mais de quarenta milhões de toneladas de escombros a dificultar o quotidiano.
Faixa de Gaza vive fome e medo em Khan Younis, onde famílias dependem de refeitórios sociais para sobreviver durante o Ramadão. Refeições são confecionadas em cozinhas Tikkiyya geridas por instituições de caridade, num ritual diário para muitos.
Alimentos continuam escassos, com as passagens fronteiriças a limitar a entrada de ajuda humanitária. Os preços nos mercados dispararam, tornando a alimentação inacessível para a maioria das famílias deslocadas que enfrentam dificuldades adicionais ao pôr do sol.
As condições de vida tornam-se cada vez mais perigosas. Em Khan Younis, o colapso de um muro esmagou tendas de famílias deslocadas, provocando a morte de duas mulheres e de uma criança. Os sobreviventes inicialmente pensaram tratar-se de um ataque aéreo.
Grande parte da população de Gaza depende hoje de ajuda humanitária num cenário de destruição generalizada. Estão destruidos blocos de infraestrutura e existem mais de 40 milhões de toneladas de escombros que dificultam o quotidiano, com abrigos precários e incerteza constante.
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