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Mau tempo eleva prejuízos da Marinha Grande para 143 milhões de euros

Prejuízos de 143 milhões de euros no Marinha Grande, com danos em infraestruturas municipais e instituições; recuperação exige esforço conjunto entre entidades.

Houve grandes prejuízos na Marinha Grande
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  • A Câmara da Marinha Grande comunicou à CCDR Centro prejuízos de 143 milhões de euros por causa da depressão Kristin.
  • Do total, 132 milhões dizem respeito a danos em equipamentos e infraestruturas municipais, incluindo edifícios públicos, vias, drenagem, espaços verdes e equipamentos desportivos e culturais.
  • Há 1,13 milhões de euros de prejuízos reportados pelas juntas de freguesia e 10 milhões por instituições privadas de solidariedade social, associações, coletividades e entidades religiosas do concelho.
  • O valor foi atualizado a partir de um levantamento preliminar de 118 milhões de euros, após avaliação técnica dos serviços municipais.
  • O presidente da Câmara, Paulo Vicente, afirmou que a reconstrução será exigente e exigirá recursos e coordenação entre entidades locais, regionais e nacionais.

A Marinha Grande revelou um prejuízo total estimado em 143 milhões de euros devido ao mau tempo causado pela depressão Kristin, no dia 28 de janeiro. O levantamento, feito pela Câmara Municipal, foi apresentado à CCDR Centro com os danos em infraestruturas, equipamentos e áreas naturais.

Segundo a autarquia do distrito de Leiria, 132 milhões de euros correspondem a danos em equipamentos e infraestruturas municipais, incluindo edifícios, vias, drenagem, espaços verdes e equipamentos desportivos e culturais. Outros 1,13 milhões dizem respeito às juntas de freguesia, e 10 milhões aos privados e entidades religiosas.

A prefeitura destacou que os prejuízos ainda não incluem o impacto no sector empresarial, que também registou perdas significativas em maquinaria, armazéns e períodos de paragem produtiva. A avaliação indica um cenário de destruição ampliado pela depressão Kristin.

Reconstrução em curso

O presidente da Câmara, Paulo Vicente, sublinhou a gravidade da situação e a necessidade de resposta rápida. A gestão dos impactos exige recursos elevados e intervenção coordenada entre entidades locais, regionais e nacionais, com prioridade para não deixar ninguém para trás.

A nota indica que, até 24 de fevereiro, já tinham sido identificados prejuízos relevantes em áreas como estabelecimentos escolares, habitação social, equipamentos culturais e vias. O pedido de apoios comunitários segue em curso junto das entidades competentes.

As autoridades lembram que as depressões Kristin, Leonardo e Marta causaram destruição generalizada em várias regiões, com milhares de casas afetadas, interrupções de energia e rápidas ações de socorro em curso.

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