- Um cidadão português está entre as vítimas do incêndio num autocarro em Kerzers, perto de Friburgo, Suíça, que deixou seis mortos e cinco feridos.
- O Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE) enviou condolências às famílias e solidariedade às autoridades e às vítimas.
- A polícia indicou que o incêndio foi causado por um homem de origem suíça que se imolou, descartando motivações terroristas.
- A testemunha contou que o homem entrou no autocarro com sacos, despejou um inflamável e ateou fogo; a investigação sugere que ele era uma pessoa marginal e perturbada.
- O suspeito era um homem de 60 anos residente em Berna; a investigação indica que pode estar entre os falecidos. O autocarro era um serviço postal regional tradicional.
Um cidadão português está entre as vítimas do incêndio num autocarro que vitimou seis pessoas e deixou cinco feridos, na terça-feira, perto de Friburgo, Suíça. O MNE confirmou, numa nota de condolências, o contacto com as autoridades locais.
O fogo ocorreu num autocarro regional de Kerzers, serviço público conhecido como autocarro postal. As autoridades indicaram seis mortos e cinco feridos, dois com gravidade, no balanço apresentado na manhã de hoje.
A investigação avança para apurar as causas, com o procurador do cantão a confirmar que não há indícios de motivação terrorista. O suspeito principal é um homem de 60 anos, residente em Berna, que estava entre os mortos.
Motivos sob investigação
A família do alegado autor tinha reportado o seu desaparecimento. A polícia descreve-o como marginal e perturbado, com a investigação em curso a apurar as circunstâncias do incidente.
O Ministério dos Negócios Estrangeiros expressou o profundo pesar pela morte do cidadão português e manifestou solidariedade às famílias e às autoridades suíças. O caso envolve também a rede de transporte regional suíça, popular pela cor amarela e pela história dos autocarros postais.
As autoridades suíças sublinham que não existem sinais de ataque terrorista, mantendo o foco na análise dos fatores pessoais do suspeito e na reação imediata ao incidente. O serviço de transportes regional permanece sob investigação.
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