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Governo aguarda plano do LNEC e estudo sobre novo SIRESP, sem decisão

Governo aguarda plano do LNEC e analisa um novo SIRESP, mas ainda não houve decisão, face aos impactos de Kristin

Rebentamento do dique do Mondego deixou A1 sem circulação por 15 dias, mas muitas mais infra-estruturas terão de ser analisadas pelo LNEC
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  • O Governo ainda não definiu prazos nem medidas concretas para responder aos efeitos da tempestade Kristin, dando mais intenções do que soluções ao Parlamento.
  • Kristin passou por Portugal há mais de um mês, com sequelas agravadas a partir de 28 de janeiro nas regiões de Leiria, Coimbra, Santarém e Castelo Branco, estendendo-se a outras áreas nas semanas seguintes.
  • O rompimento do dique do Mondego deixou a A1 sem circulação por 15 dias.
  • Várias infraestruturas terão de ser analisadas pelo Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) para avaliar necessidades de intervenção.
  • O Governo já tem um estudo sobre um novo SIRESP, mas ainda não houve decisão tomada.

O Governo continua sem apresentar prazos concretos para responder aos efeitos da tempestade Kristin e evitar situações semelhantes no futuro. As respostas entregues ao Parlamento apontam intenções, não medidas firmes.

Kristin percorreu Portugal há mais de um mês, com o dia 28 de janeiro a marcar o primeiro impacto em Leiria, Coimbra, Santarém e Castelo Branco. As semanas seguintes viram contágio do dano a outras regiões, num ciclo de temporais que deixou várias infraestruturas sob análise.

O rebentamento do dique do Mondego provocou a interrupção da circulação na A1 durante 15 dias. Posteriormente, outros sítios críticos foram afetados, exigindo avaliações adicionais para prevenir falhas similares. O LNEC fica encarregado de analisar essas estruturas.

Planos e estudos em avaliação

O Governo informou ao Parlamento que aguarda um plano do LNEC para avaliação estrutural e resiliência, bem como um estudo sobre um novo SIRESP. Até ao momento, não foram anunciadas medidas ou prazos específicos.

Fontes oficiais indicam que as autoridades pretendem identificar lacunas de preparação e resposta, mas apenas com base em dados a serem validados pelo laboratório nacional de engenharia. A prioridade é evitar repetição de episódios que comprometam o transporte e serviços essenciais.

As informações indicam ainda que as investigações sobre danos em infraestruturas cruciais continuam em curso, com foco na robustez de redes de transportes e comunicações. O objetivo é fundamentar futuras políticas de mitigação e resposta a emergências.

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