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Marinha Grande eleva os prejuízos para 143 milhões de euros devido ao mau tempo

Marinha Grande eleva prejuízos a 143 milhões de euros com a depressão Kristin; danos em infraestruturas, equipamentos e espaços públicos exigem resposta rápida

Estrada intransitável na Marinha Grande, junto à Ponte das Mestras
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  • A Câmara da Marinha Grande comunicou à CCDR Centro prejuízos de 143 milhões de euros, acima do valor inicial de 118 milhões de euros apurado em levantamento preliminar.
  • A depressão Kristin, a 28 de janeiro, causou danos significativos em infraestruturas, equipamentos e áreas naturais do concelho.
  • Do total, 132 milhões de euros correspondem a danos em equipamentos e infraestruturas municipais, incluindo edifícios, vias, drenagem e espaços desportivos e culturais; 1,13 milhões de euros são prejuízos nas juntas de freguesia; 10 milhões de euros em organizações sociais, associações, coletividades e entidades religiosas.
  • Ainda não foram contabilizados os prejuízos do setor empresarial, que também sofreu perdas relevantes em equipamentos, matéria-prima, armazéns e paragens produtivas.
  • A reconstrução será exigente e requererá recursos e coordenação entre entidades locais, regionais e nacionais, com o objetivo de acelerar apoio e restabelecer condições para famílias, instituições e espaço público.

A Marinha Grande informou à Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) do Centro um total de prejuízos de 143 milhões de euros causados pela depressão Kristin, que atingiu o concelho a 28 de janeiro. A cobrança de danos inclui infraestruturas, equipamentos e áreas naturais, com avaliação técnica realizada pelos serviços municipais.

Segundo a autarquia do distrito de Leiria, 132 milhões de euros dizem respeito a danos em equipamentos e infraestruturas municipais, incluindo edifícios públicos, vias, sistemas de drenagem, espaços verdes e equipamentos desportivos e culturais. Outras áreas somam 1,13 milhões de euros (juntas de freguesia) e 10 milhões de euros (instituições privadas de solidariedade social, associações, coletividades e entidades religiosas).

A Câmara ressalva que os números da CCDR Centro não incluem prejuízos no setor empresarial, que também registou perdas significativas em equipamentos, matéria-prima, maquinaria, armazéns e paragens produtivas. O representante municipal sublinha a gravidade da situação e a necessidade de resposta rápida.

Detalhes dos prejuízos

Em 24 de fevereiro, o levantamento preliminar apontava mais de 118 milhões de euros em danos, com os edifícios municipais entre os valores mais elevados. Entre as áreas apontadas constam estabelecimentos escolares, habitação social, equipamentos culturais, desporto, vias e drenagem. O município afirma que a reconstrução será exigente e exigirá recursos e coordenação entre entidades locais, regionais e nacionais para restabelecer condições às famílias, às instituições e ao espaço público.

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