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Líderes da NATO pedem a Trump que cancele sanções ao petróleo russo

Líderes da NATO apelam a Trump para anular a suspensão das sanções ao petróleo russo, alertando que a mudança pode afetar a pressão sobre o Kremlin e a Ucrânia

Da esquerda para a direita: O primeiro-ministro canadiano, Mark Carney, o primeiro-ministro norueguês, Jonas Gahr Støre, e o chanceler alemão, Friedrich Merz, na Noruega, a 13 de março de 2026.
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  • Líderes da NATO da Alemanha, Canadá e Noruega pedem a Donald Trump que reveja a suspensão das sanções ao petróleo russo e enviarão apelos à Casa Branca.
  • O ministro da Defesa alemão, Boris Pistorius, disse estar preocupado com o impacto na Ucrânia; o chanceler alemão, Friedrich Merz, afirma que seis dos sete países do G7 se opõem à medida.
  • A posição da trio é manter a pressão máxima sobre o Kremlin pela invasão da Ucrânia, evitando que a Rússia beneficie do regresso do petróleo aos mercados globais.
  • Merz planeia falar com o presidente francês Macron para tentar contornar a decisão; o primeiro-ministro canadiano, Mark Carney, disse que têm linhas diretas com Trump.
  • A visita incluiu o exercício Arctic Sentry da NATO; Pistorius destacou a importância de cortar receitas russas de petróleo para pressionar o Kremlin, e o Kremlin elogiou a medida como forma de estabilizar os mercados energéticos.

Três líderes da NATO, oriundos do Canadá, da Alemanha e da Noruega, apelaram a Donald Trump para que reveja a suspensão das sanções contra o petróleo russo. A comunicação ocorreu na mesma altura em que o Presidente dos EUA autorizou um adiamento da medida, alegadamente para estabilizar o fornecimento global de energia. A posição foi comunicada à Euronews, com base em declarações oficiais.

A chanceler alemã e o ministro da Defesa alemão estiveram numa ronda de reuniões para assegurar que a pressão sobre o Kremlin permaneça. Os dirigentes destacaram que seis dos sete membros do G7 opinam pela continuação das sanções, e que Washington poderá ter errado ao suspender uma parte das medidas. O Canadá e a Noruega também participam na pressão internacional.

O trio reuniu-se durante uma visita oficial ao norte da Europa para acompanhar o exercício Arctic Sentry, da NATO, que visa reforçar a presença na região ártica. O evento inclui demonstrações com tanques Leopard e veículos de infantaria, numa operação que visa testar capacidades de resposta da aliança.

Boris Pistorius, ministro da Defesa alemão, expressou preocupação com o retorno da Rússia ao acesso a receitas petrolíferas. O objetivo é pressionar Moscovo para que a guerra na Ucrânia termine, reduzindo receitas que sustentam a ofensiva. A influência dos mercados energéticos foi apontada como fator-chave pela análise alemã.

O Kremlin reagiu, sublinhando que os interesses estratégicos entre Moscou e Washington podem convergir no que toca aos mercados de energia. Dmitry Peskov indicou que a exceção permite a saída de petróleo já carregado antes de um ponto específico no tempo, sinalizando uma leitura crítica sobre a medida adotada pelos EUA.

Os líderes da Alemanha, do Canadá e da Noruega reiteraram que manter pressão sobre o Kremlin continua essencial. A comunicação com a Casa Branca será mantida para tentar reverter a decisão de Washington, com a ideia de não beneficiar a Rússia. A cooperação entre os países permanece foco central da resposta internacional.

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