- Geração paquistanesa em Portugal vive entre o urdu e o português, nas escolas portuguesas, com dúvidas sobre religião e identidade.
- O hijab é um elemento presente na circulação de perguntas sobre fé entre os jovens.
- Anzil Qasim chegou ao país há menos de um ano.
- Aalia e Talia Aslam estão em Portugal há sete anos.
- Muhammad Asif Abdullah chegou ao país há cinco anos.
A geração paquistanesa que cresce em Portugal mostra como o urdu e o português convivem na vida escolar e familiar. O relato faz parte da série Filhos da Migração Sul-Asiática, que acompanha jovens em território nacional.
Entre os protagonistas estão Anzil Qasim, Aalia Aslam, Talia Aslam e Muhammad Asif Abdullah, cujas histórias ajudam a perceber os dilemas de identidade, costume e pertença numa sociedade multiracial.
Os jovens vivem em Portugal há anos, frequentam escolas portuguesas e lidam com o uso do hijab, além de questões sobre religião, tradições familiares e integração cívica.
Mudança de idioma e pertença
O dia a dia envolve entrelaçar o urdu em casa com o português na escola, criando um espaço bilíngue que marca a socialização entre várias comunidades.
As trajetórias ilustram como as crianças navegando entre culturas diferentes constroem hábitos, amizades e uma visão única de pertencimento no país anfitrião.
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