- Mais de 100 autores deixam a Grasset em apoio ao editor Olivier Nora, despedido pelo grupo Hachette Livre.
- A decisão é apresentada como parte de uma guerra ideológica e de um alegado ataque à independência editorial.
- Em carta aberta publicada em França à meia-noite de quarta-feira, os autores denunciam a “violação inaceitável” da independência editorial.
- Assinantes da carta incluem Paul Preciado, Virginie Despentes, Laurent Binet, Laure Adler, Frédéric Beigbeder, Bernard-Henri Lévy, Pascal Bruckner, Alain Minc, Gaël Faye e Vanessa Springora.
- O objetivo é sinalizar que não assinarão contratos com a Grasset para o próximo livro.
O que aconteceu: mais de cem autores abandonaram a Grasset em resposta a uma “falha grave” na independência editorial, ao apoiar o editor Olivier Nora, despedido pelo grupo Hachette Livre. A carta aberta foi publicada em França, perto da meia-noite de quarta-feira, denunciando a demissão como uma violação da independência da editora.
Quem está envolvido: autores consagrados e emergentes assinam a mensagem, incluindo filósofos, cineastas e escritores. Entre os signatários estão Paul Preciado, Virginie Despentes, Laurent Binet, Laure Adler, Frédéric Beigbeder, Bernard-Henri Lévy, Pascal Bruckner, Alain Minc, Gaël Faye e Vanessa Springora.
Quando e onde aconteceu: o movimento ganhou expressão pública com a carta publicada em França, na sequência da decisão de despedimento do editor pela casa-m-m Grupo Hachette Livre, pertencente ao mesmo conglomerado. O episódio ocorreu recentemente, com repercussão imediata no circuito editorial francês.
Porquê: os signatários afirmam tratar-se de uma violação inaceitável da independência editorial e contestam políticas internas que teriam levado à saída de Nora. A mensagem sublinha o impacto sobre a autonomia criativa da Grasset e o funcionamento da casa editorial.
Signatários
Mais de 100 nomes aparecem na lista de apoiantes, que abrange figuras de várias áreas culturais. Entre os signatários encontram-se nomes de peso no panorama literário francês e internacional, reconhecidas pela sua carreira e pela defesa de padrões independentes na edição. A carta destaca a necessidade de preservar a liberdade de escolha editorial da Grasset.
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