- A Polícia Judiciária deteve cinco pessoas numa operação contra o tráfico de substâncias proibidas, com buscas no Hospital das Forças Armadas (HFAR), na prisão da Carregueira e em vários domicílios.
- O militar detido no HFAR foi reconhecido pela PJ na quinta-feira.
- O alegado crime enquadra-se no foro civil.
- O Estado Maior General das Forças Armadas (EMGFA) aponta que o crime investigado é de natureza exclusivamente civil.
- Não está relacionado com o exercício de funções militares nem com o funcionamento do hospital militar.
Militar detido no HFAR investigado por crimes do foro civil
A Polícia Judiciária deteve, na quinta-feira, um militar no Hospital das Forças Armadas (HFAR) e abriu uma investigação por crimes do foro civil. A detenção ocorreu durante uma operação de combate ao tráfico de substâncias proibidas.
A PJ teve ainda cinco detenções no total, com buscas no HFAR, na prisão da Carregueira e em várias residências. As suspeitas abrangem tráfico, branqueamento de capitais e peculato. A ação decorreu num conjunto de alegadas infrações associadas ao tráfico de droga.
O Estado Maior General das Forças Armadas (EMGFA) esclarece que o crime sob investigação é de natureza civil e não tem direta relação com o desempenho de funções militares pelo detido, nem com o funcionamento ou a atividade do hospital.
Operação e detidos
A investigação prossegue para apurar os factos, com a PJ a indicar que as diligências visaram recolha de provas em diferentes locais. Não há confirmação de mais detenções além das já anunciadas.
As autoridades não avançaram com detalhes sobre o paradeiro atual do militar ou sobre eventuais medidas de responsabilização. O EMGFA mantém que a situação não compromete o funcionamento do HFAR.
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