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Mulher é suspeita de burlas envolvendo venda de bilhetes em redes sociais

PJ de Braga constituiu arguida suspeita de burlas na venda de bilhetes para eventos via redes sociais; buscas em Palmela e apreensão de equipamento.

Mulher suspeita de burlas com venda nas redes sociais de bilhetes para eventos
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  • A Polícia Judiciária de Braga constituiu arguida uma mulher suspeita de dezenas de burlas com anúncios de venda de bilhetes para concertos, festivais e eventos desportivos, entre outros produtos.
  • Os anúncios eram, sobretudo, publicados nas redes sociais, recorrendo a múltiplos perfis falsos desde 2023.
  • O caso, batizado de “Showbiz”, levou a um mandado de busca domiciliária em Palmela, no distrito de Setúbal, com apreensão de equipamento informático.
  • A PJ aponta que as vítimas ficaram lesadas ao longo de todo o território nacional, em operações com o objetivo de obter enriquecimento ilegítimo.
  • O inquérito, dirigido pelo Ministério Público de Barcelos, prossegue para identificar outras possíveis vítimas e esclarecer os factos.

A Polícia Judiciária (PJ) de Braga constituiu arguida uma mulher suspeita de burlas associadas à venda de bilhetes para concertos, festivais e eventos desportivos, divulgada esta quarta-feira. Os anúncios eram publicados sobretudo nas redes sociais.

A investigação, batizada de “Showbiz”, apura também a venda de telemóveis, alojamentos para férias e até selos promocionais de hipermercados. A PJ avançou com a identificação do rasto digital e financeiro da presumível autora.

Em 2023, a suspeita terá criado vários perfis falsos para promover os anúncios, atingindo dezenas de vítimas em várias zonas do país. O objetivo alegado era obter dinheiro de terceiros de forma ilegítima.

Detalhes da operação

A PJ procede ao cumprimento de um mandado de busca domiciliária no concelho de Palmela, no distrito de Setúbal, onde foram apreendidos equipamentos informáticos utilizados nas alegadas burlas.

A investigação prossegue com a análise do material recolhido para esclarecer os factos e identificar eventuais outras vítimas. Não se avançam, neste momento, prazos para a conclusão.

O inquérito está a cargo do Ministério Público de Barcelos, com a colaboração de outros titulares de autoridade judiciária competentes.

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