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Traficantes de amêijoa usavam acesso restrito de autoestrada para fintar GNR

Contrabandistas usaram acesso restrito a posto junto à Ponte Vasco da Gama para evitar portagens e fiscalização, com funcionária a abrir a cancela

Carrinha carregadas com amêijoa do Tejo seguia pela Ponte Vasco da Gama para rumar a Espanha
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  • Um grupo de contrabandistas de amêijoa usou um acesso restrito a um posto de combustível, com entrada direta para a Ponte Vasco da Gama, para fugir a fiscalizações.
  • A passagem permitia evitar portagens na autoestrada A12, reduzindo o risco de filmagens e de controlo pela GNR.
  • As carrinhas carregadas com amêijoa supostamente japonesa poluída seguiram em direção ao mercado espanhol, onde eram vendidas como amêijoa limpa do Sado.
  • A investigação revelou que uma funcionária das bombas acabou por levantar a cancela para permitir a passagem dos veículos.
  • O caso destaca práticas de contrabando que contornam controlos e identificações de origem da mercadoria.

Foi detido um grupo de contrabandistas de amêijoa que recorreu a um acesso restrito a uma estação de serviço para chegar à Ponte Vasco da Gama. A manobra visou escapar às portagens da autoestrada A12 e evitar fiscalizações da GNR.

As carrinhas, carregadas com amêijoa japonesa contaminada recolhida no Tejo, seguiam com destino ao mercado espanhol. De acordo com a investigação, a mercadoria era vendida como amêijoa limpa do Sado no exterior.

A investigação indica que uma funcionária da bomba levantou a cancela para facilitar a passagem dos veículos. A ocorrência está a ser apurada pelas autoridades competentes.

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