- O programa Doa a Quem Doer da CMTV denuncia duas burlas através da internet: encomendas que nunca chegam a ser entregues e um peditório falso.
- Um alegado burlão vende produtos nas redes sociais mas não os entrega aos compradores.
- Outra burla envolve um peditório online que não é legítimo.
- O caso da menina Luiza, de três anos, com neuroblastoma, teve as imagens usadas numa campanha em Portugal, com grafia da palavra Luísa e alegando ser natural de Leiria.
- Os pais da criança teriam pedido 80 mil euros para um tratamento milagroso e promovido uma plataforma de angariação GoFundMe para captar dinheiro.
A transmissão da CMTV desta semana expõe dois casos de burlas na internet. Uma envolve encomendas que nunca chegam, a outra, um peditório falso que angaria fundos indevidos. O programa alerta para golpes comuns nas redes.
No primeiro caso, consumidores denunciam encomendas pagas que não são enviadas nem devolvidas. As denúncias apontam para perfis de vendedores na internet que utilizam plataformas de venda para iludir clientes. Os relatos indicam prazos de entrega inexistentes.
No segundo caso, o Doa a Quem Doer identifica um peditório online que não oferece transparência sobre o destino das doações. O perfil manipulava histórias de doença grave para obter contribuições. A reportagem sublinha a necessidade de verificar credenciais e contactos oficiais.
Luiza, com três anos, foi vítima de um neuroblastoma e faleceu no ano passado. A história da criança está a ser explorada numa campanha em Portugal, com grafia variante para Luísa. A família seria proprietária de uma página de angariação.
De acordo com o Doa a Quem Doer, a família pede 80 mil euros para um tratamento não comprovado e promove uma plataforma GoFundMe para captar donativos. O programa indica cautela a quem considerar contribuir. A origem dos fundos permanece sem validação independente.
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