- Jeffrey Epstein morreu na madrugada de 10 de agosto de 2019 no Centro de Detenção Metropolitana, em Nova Iorque, em meio a falhas de segurança na prisão.
- A guarda Tova Noel pesquisou o nome do suspeito poucas minutos antes de ser encontrado morto, apesar de ter alegado não se lembrar.
- Noel tinha feito um depósito de cinco mil dólares dez dias antes da morte e, segundo investigações, falsificou registos prisionais sobre as verificações da noite anterior ao suicídio.
- Às 5h42 já estava acordada e fez a primeira pesquisa no Google sobre “as últimas notícias sobre Epstein na prisão”; repetiu a busca às 5h52, cerca de quarenta minutos antes de o magnata ser encontrado.
- A polícia identificou problemas técnicos com as câmaras próximas à cela, o que complicou a reconstrução dos acontecimentos da madrugada.
- Em Hollywood, há interesse em adaptar a história de Epstein, com discussions sobre séries ou filmes, e a disputa envolve plataformas como Netflix, Amazon e Disney.
O financista Jeffrey Epstein morreu em 10 de agosto de 2019, no Centro de Detenção Metropolitana de Nova Iorque. O caso trouxe à tona falhas de segurança na prisão, com dúvidas sobre a vigilância durante a madrugada em que o corpo foi encontrado. A investigação buscou esclarecer o que aconteceu e por que.
A guardas Tova Noel terá pesquisado o nome de Epstein poucos minutos antes da descoberta do cadáver. O registo de pesquisas do computador confirma a consulta, embora a funcionária tenha alegado não lembrar do ocorrido. Noel também teria feito um depósito de cinco mil dólares dez dias antes da morte e é acusada de falsificar registos prisionais.
Na noite do óbito, Noel não realizou as rondas previstas e terá feito atividades não autorizadas. Por volta das 5h42 e 5h52, fez duas pesquisas sobre Epstein no Google, pouco antes de o guarda Michael Thomas encontrar o magnata morto. A funcionária argumenta que as rondas estavam suspensas pela equipa, mas as autoridades questionam o cumprimento das regras.
A análise apontou falhas técnicas em câmaras de vigilância próximas à cela, dificultando a reconstrução do que ocorreu. A morte encerrou investigações sobre uma rede de exploração ligada a Epstein e permitiu que alguns alegados interlocutores ficassem menos visados pelas autoridades.
Em Hollywood
Na indústria, surge a corrida para adaptar o caso de Andrew, irmão do rei Charles III, a séries ou filmes. O interesse envolve plataformas como Netflix, Amazon e Disney, com negociações sobre direitos de produção em curso.
Fontes ligadas à imprensa apontam que a produção de The Crown pode ganhar novos episódios. Também circulam rumores sobre uma temporada ou minissérie centrada no ex-duque de York, com foco em episódios dramáticos anteriores à abdicação.
Segundo uma figura da Disney Studios, há propostas de argumentistas para adaptar a história. Na Amazon, o colaborador Jeremy Brock comenta hipóteses de drama sobre a queda pública de Andrew.
Entre na conversa da comunidade